Receitas 2018-03-01T18:45:50+00:00

RECEITAS

Feitas com amor para você.

RECEITAS

Feitas com amor para você.

Galinhada da Velha Carola (Vó Carolina)Por JoaoSe tem uma coisa que nunca pode faltar na mesa dos fartos almoços de domingo é a Galinhada da Velha Carola, minha avó materna. D. Carola como todos os conhecidos a chamavam, não era uma eximia cozinheira, fazia o trivial, mas o fazia com tanto amor e carinho que todos ficavam de barriga cheia a de coração acalantado. Com o tempo perdemos minha avó, e quem herdou o novelo de fazer a galinhada foi meu pai, que me ensinou o que podia, e partiu. Atualmente essa responsabilidade é desse que vos escreve. É um prato muito simples em sua essência, mas com um sabor incrível. Sempre acompanhada de aipim branco cozinho, polenta de milho de tafona ou macarrão caseiro cortado na faca bem como vovó fazia.
Feijão verde com queijo e nataPor ValeriaUma das poucos memórias que tenho de comida na minha infância no interior do Ceará vem do período da Semana Santa, onde uns dos mandamentos da Igreja Católica e abster-se de carne vermelha. Minha Mãe Maria José carregava em seu nome outras obrigações na Sexta-feira da Paixão, Maria não podia pentear o cabelo, não se varria a casa, o velho rádio de pilha não era ligado e nem crianças danadas não podiam ser raiadas. Nesse clima de tradições religiosas que vem à memória que tem cheiro e sabor feito pelas mãos de Maria, Feijão verde com queijo e nata, nata que era recolhida todas as manhãs do leite fervido . Servido com arroz branco e um ovo estalado e cheiro verde à vontade.
Paçoca no Pilão da Avó MindaPor DanielEssa receita de Paçoca no Pilão já dura 5 gerações na familia Oliveira, ou seja, pelo menos 100 anos. A Vó Minda (de Erminda) é a guardiã da receita original, que homenageava sua cidade natal, Jacutinga-MG. Hoje a receita é eternizada na Festa Anual dos Primos, e agrupa varias pessoas ao redor do pilão para preparar o prato
Baião de DoisPor LuisCom uma seca que se alastrava no nordeste no início da década de 80, principalmente no estado da Paraíba , a família da matriarca Antônia resolvia migrar em busca de uma vida melhor , saíam do agreste do estado (Paraíba) em direção ao interior da Bahia em cima de um "Pau-de-Arara". Ao chegar na Bahia depois de muito suor derramado , a família de Dona Tonha (como era carinhosamente chamada) conseguiu se estabelecer , e todos esse esforço e resistência foram transferidos e representados num prato o : Baião de Dois . O qual é a marca dos almoços de domingo , e que até hoje está presente nas reuniões de família. Baião de Dois é o símbolo da superação da família, a representatividade do sonho realizado da Dona Antônia , hoje com 90 anos. E hoje seu bisneto vai ensinar como se faz esse prato!
Bacon Beer Chicken (Frango Loirinho)Por ReneMinha avó fez uma promessa de nunca mais beber álcool. E ela realmente nunca mais bebeu! Mas para matar a saudade e a vontade, fazia este frango enrolado no bacon e cozido na cerveja. Lembro de pequeno pegar um banquinho para ajuda-la no preparo do prato, e lembro principalmente do cheiro que invadia a casa enquanto ele cozinhava lentamente no forno. Hoje é meu filho que ajuda a avó dele, minha mãe, e só de sentir o cheiro sou transportado para a cozinha da minha avó, para a minha infância de muito amor como é a dele.
1 2 3 4 5 7
Galinhada da Velha Carola (Vó Carolina)Por JoaoSe tem uma coisa que nunca pode faltar na mesa dos fartos almoços de domingo é a Galinhada da Velha Carola, minha avó materna. D. Carola como todos os conhecidos a chamavam, não era uma eximia cozinheira, fazia o trivial, mas o fazia com tanto amor e carinho que todos ficavam de barriga cheia a de coração acalantado. Com o tempo perdemos minha avó, e quem herdou o novelo de fazer a galinhada foi meu pai, que me ensinou o que podia, e partiu. Atualmente essa responsabilidade é desse que vos escreve. É um prato muito simples em sua essência, mas com um sabor incrível. Sempre acompanhada de aipim branco cozinho, polenta de milho de tafona ou macarrão caseiro cortado na faca bem como vovó fazia.
Feijão verde com queijo e nataPor ValeriaUma das poucos memórias que tenho de comida na minha infância no interior do Ceará vem do período da Semana Santa, onde uns dos mandamentos da Igreja Católica e abster-se de carne vermelha. Minha Mãe Maria José carregava em seu nome outras obrigações na Sexta-feira da Paixão, Maria não podia pentear o cabelo, não se varria a casa, o velho rádio de pilha não era ligado e nem crianças danadas não podiam ser raiadas. Nesse clima de tradições religiosas que vem à memória que tem cheiro e sabor feito pelas mãos de Maria, Feijão verde com queijo e nata, nata que era recolhida todas as manhãs do leite fervido . Servido com arroz branco e um ovo estalado e cheiro verde à vontade.
Paçoca no Pilão da Avó MindaPor DanielEssa receita de Paçoca no Pilão já dura 5 gerações na familia Oliveira, ou seja, pelo menos 100 anos. A Vó Minda (de Erminda) é a guardiã da receita original, que homenageava sua cidade natal, Jacutinga-MG. Hoje a receita é eternizada na Festa Anual dos Primos, e agrupa varias pessoas ao redor do pilão para preparar o prato
Baião de DoisPor LuisCom uma seca que se alastrava no nordeste no início da década de 80, principalmente no estado da Paraíba , a família da matriarca Antônia resolvia migrar em busca de uma vida melhor , saíam do agreste do estado (Paraíba) em direção ao interior da Bahia em cima de um "Pau-de-Arara". Ao chegar na Bahia depois de muito suor derramado , a família de Dona Tonha (como era carinhosamente chamada) conseguiu se estabelecer , e todos esse esforço e resistência foram transferidos e representados num prato o : Baião de Dois . O qual é a marca dos almoços de domingo , e que até hoje está presente nas reuniões de família. Baião de Dois é o símbolo da superação da família, a representatividade do sonho realizado da Dona Antônia , hoje com 90 anos. E hoje seu bisneto vai ensinar como se faz esse prato!
Bacon Beer Chicken (Frango Loirinho)Por ReneMinha avó fez uma promessa de nunca mais beber álcool. E ela realmente nunca mais bebeu! Mas para matar a saudade e a vontade, fazia este frango enrolado no bacon e cozido na cerveja. Lembro de pequeno pegar um banquinho para ajuda-la no preparo do prato, e lembro principalmente do cheiro que invadia a casa enquanto ele cozinhava lentamente no forno. Hoje é meu filho que ajuda a avó dele, minha mãe, e só de sentir o cheiro sou transportado para a cozinha da minha avó, para a minha infância de muito amor como é a dele.
1 2 3 4 5 7